A polêmica envolvendo o áudio vazado de Carlos Augusto Montenegro, ex-presidente do Botafogo, ganhou um novo capítulo com a resposta de John Textor. O acionista majoritário da SAF botafoguense usou as redes sociais para rebater as declarações de Montenegro, que questionou a criação da empresa “Eagle Cayman” e sua relação com a SAF.
De forma cordial, Textor se manifestou em uma publicação no Instagram e explicou que o ex-dirigente não estaria completamente atualizado sobre os fatos. “Eu amo o presidente, pela sua incrível contribuição para o nosso clube… Mas ele não tem o benefício de informações completas,” escreveu o norte-americano.
Segundo Textor, a “Eagle Cayman” foi criada em 2024 para se juntar à “Eagle Football Holdings”, e não para ser uma alternativa ou uma nova empresa independente. Ele esclareceu que a nova empresa não representa um rompimento com o seu grupo multiclubes. “Ele entende erroneamente que a Eagle Cayman foi criada em 2024 para a Eagle (não contra a Eagle), que eu continuo sendo o dono majoritário… E suas projeções de resultados futuros não estão atualizadas com os pensamentos atuais,” complementou.
John Textor também anunciou que estará no Rio de Janeiro nos próximos dias para aprofundar a discussão sobre o tema e para acompanhar o clássico entre Botafogo e Vasco, que definirá a vaga nas semifinais da Copa do Brasil. “Estou ansioso por ver todos vocês, esta semana no Rio, para discutirmos a fundo”, finalizou.
Ainda no mesmo dia, o atual presidente do clube, João Paulo Magalhães Lins, comentou sobre o ocorrido. Em entrevista ao GE, ele expressou sua confiança em uma solução amigável e benéfica para o Botafogo, reforçando que acredita em um “final feliz” para o clube.


