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Associativo pede saída de John Textor da SAF

Por que o associativo do Botafogo quer a saída de Textor?

Eurasia Sport Images/Getty Images
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O clima azedou de vez. Segundo informações do jornal O Globo, a cúpula do futebol social do Botafogo perdeu totalmente a confiança na capacidade de gestão do empresário americano. O sentimento no “alto escalão” é de que o ciclo de Textor à frente do Glorioso atingiu o limite da sustentabilidade.

A insatisfação, que já vinha cozinhando em banho-maria, transbordou após o fracasso esportivo no torneio continental, acendendo o alerta para problemas que vão muito além das quatro linhas.

O fantasma do Transfer Ban e problemas financeiros

O maior medo dos conselheiros e dirigentes do associativo é o impacto financeiro. Há um receio real de que o orçamento previsto para 2026 não seja cumprido, o que poderia levar o Botafogo a novos atrasos de pagamentos e, consequentemente, a sofrer punições severas da FIFA.

  • Histórico preocupante: Vale lembrar que, no fim de 2025, o clube já foi alvo de um transfer ban devido à dívida com o Atlanta United pela compra de Thiago Almada.
  • Risco iminente: O temor é que a história se repita, travando o departamento de futebol em janelas futuras.

A batalha judicial

A solução desejada pelo associativo é drástica: a venda das ações da SAF para um novo investidor. Enquanto o clube busca uma saída estratégica, John Textor se defende, alegando que o próprio social tem dificultado a entrada de novos aportes financeiros.

A decisão final, porém, pode não vir de um acordo, mas sim dos tribunais. Uma arbitragem na FGV está em curso devido a disputas judiciais envolvendo a Eagle Football Holdings. Dependendo do desfecho, o empresário norte-americano pode ser oficialmente retirado do controle do Botafogo em um futuro muito próximo.

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Escrito por Júlia Lopes

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