O centroavante uruguaio Mastriani vive uma situação de pouca utilização no Botafogo. Chegando ao clube em março com o aval do ex-técnico Renato Paiva, o jogador se tornou uma alternativa importante no ataque no início da temporada. No entanto, a mudança no comando técnico e a chegada de novos reforços alteraram drasticamente seu espaço.
Desde a contratação, Mastriani tem visto sua participação diminuir, especialmente após a chegada de Davide Ancelotti. Com o técnico italiano, o atacante esteve relacionado para 18 partidas, mas só entrou em campo em quatro delas, somando um total irrisório de 31 minutos jogados – uma média de menos de dois minutos por jogo em que foi utilizado.
O contraste de minutos no Botafogo
A diferença no aproveitamento de Mastriani é notável ao comparar as gestões:
| Técnico | Jogos relacionados | Titularidade | Minutos em campo | Média de minutos |
| Renato Paiva | 16 | 6 | 455 | 28,4 por jogo relacionado |
| Davide Ancelotti | 18 | 0 | 31 | 1,7 por jogo relaciondo |
Com Paiva, o uruguaio foi titular em seis ocasiões e marcou um gol importante para o Botafogo. Sob o comando de Davide, ele se tornou a última opção do setor ofensivo.
Concorrência e o fim da fila
A perda de espaço do centroavante uruguaio é reflexo direto do mercado e da concorrência interna. Além de Arthur Cabral, dono da posição, o clube investiu na chegada do espanhol Chris Ramos em agosto. O novo reforço, um pedido direto de Davide Ancelotti, rapidamente se estabeleceu como a principal alternativa no banco de reservas, empurrando Mastriani para o fim da fila.
O atacante está no Botafogo por empréstimo do Athletico-PR até o final da temporada e, diante do seu baixo aproveitamento com a comissão técnica atual, o futuro do jogador no clube para 2026 permanece incerto.


