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Por que Mastriani virou alternativa zero no Botafogo de Ancelotti?

Uruguaio somou apenas 31 minutos com o técnico italiano e tem futuro incerto.

Foto: Vítor Silva/Botafogo
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O centroavante uruguaio Mastriani vive uma situação de pouca utilização no Botafogo. Chegando ao clube em março com o aval do ex-técnico Renato Paiva, o jogador se tornou uma alternativa importante no ataque no início da temporada. No entanto, a mudança no comando técnico e a chegada de novos reforços alteraram drasticamente seu espaço.

Desde a contratação, Mastriani tem visto sua participação diminuir, especialmente após a chegada de Davide Ancelotti. Com o técnico italiano, o atacante esteve relacionado para 18 partidas, mas só entrou em campo em quatro delas, somando um total irrisório de 31 minutos jogados – uma média de menos de dois minutos por jogo em que foi utilizado.

O contraste de minutos no Botafogo

A diferença no aproveitamento de Mastriani é notável ao comparar as gestões:

Técnico Jogos relacionados TitularidadeMinutos em campo Média de minutos
Renato Paiva16645528,4 por jogo relacionado
Davide Ancelotti180311,7 por jogo relaciondo

Com Paiva, o uruguaio foi titular em seis ocasiões e marcou um gol importante para o Botafogo. Sob o comando de Davide, ele se tornou a última opção do setor ofensivo.

Concorrência e o fim da fila

A perda de espaço do centroavante uruguaio é reflexo direto do mercado e da concorrência interna. Além de Arthur Cabral, dono da posição, o clube investiu na chegada do espanhol Chris Ramos em agosto. O novo reforço, um pedido direto de Davide Ancelotti, rapidamente se estabeleceu como a principal alternativa no banco de reservas, empurrando Mastriani para o fim da fila.

O atacante está no Botafogo por empréstimo do Athletico-PR até o final da temporada e, diante do seu baixo aproveitamento com a comissão técnica atual, o futuro do jogador no clube para 2026 permanece incerto.

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Escrito por Júlia Lopes

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