A derrota do Botafogo por 2 a 0 para o Internacional, no Beira-Rio, expôs falhas individuais e táticas que custaram caro. A atuação ruim de alguns jogadores e a “bagunça” tática promovida por Davide Ancelotti no segundo tempo foram pontos cruciais para o resultado negativo. O time, que vinha sendo um bom visitante, parece ter perdido o rumo e agora precisa se reerguer.
Os destaques negativos
Léo Linck (4,0): O goleiro teve uma noite para esquecer. A falha no primeiro gol, ao dar um rebote infantil para Alan Patrick, foi determinante para o rumo da partida. Ele demonstrou insegurança em outros lances e não conseguiu passar a confiança necessária para a defesa.
Alexander Barboza (4,0): O zagueiro teve uma atuação muito abaixo do esperado. Ele esteve mal posicionado nos dois gols do Internacional e, apesar de ter ganho algumas bolas por cima, a sua falha na marcação foi crucial para a derrota.
Arthur Cabral (4,5): Esperava-se mais do camisa 9. Ele não conseguiu se impor na área, perdeu um gol em uma oportunidade clara e não foi decisivo. A atuação apagada de Arthur Cabral refletiu a ineficiência do ataque alvinegro.
Ancelotti questionado
A maior nota negativa da partida, no entanto, vai para Davide Ancelotti. A pontuação de 3,0 reflete a insatisfação com as escolhas do treinador. A chuva e o campo pesado, segundo a análise, prejudicaram o time no primeiro tempo. No entanto, no intervalo, o técnico optou por uma mudança radical que desfigurou a equipe.
Ao inventar um esquema 3-5-2, colocando Newton na zaga e com Vitinho na ala-esquerda, Ancelotti desorganizou completamente o Botafogo. O time perdeu sua identidade, ficou mais vulnerável na defesa e não conseguiu criar nada no ataque. A derrota foi um duro golpe, e o treinador precisará provar que tem capacidade para tirar o time dessa má fase.
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