Desde a transição para a Sociedade Anônima do Futebol (SAF) sob a gestão de John Textor, o Botafogo tem enfrentado uma notável instabilidade em seu comando técnico. Um levantamento recente aponta que o clube tem uma média de troca de treinadores a cada 181 dias, o que equivale a aproximadamente seis meses.
Dos seis técnicos efetivos que passaram pelo clube nessa fase, apenas Luís Castro e Artur Jorge deixaram o cargo por decisão própria. Os outros quatro, incluindo Ricardo Paiva, demitido no último domingo, foram desligados.
Entre todos os nomes que estiveram à frente da equipe na Era SAF, Luís Castro foi o único a permanecer por mais de um ano, totalizando 462 dias. Renato Paiva ocupou a terceira posição em longevidade, com quatro meses no comando, enquanto Lúcio Flávio teve a passagem mais breve, com apenas 42 dias.
Confira a duração das passagens dos técnicos na Era SAF do Botafogo:
- Luís Castro: 462 dias
- Artur Jorge: 273 dias
- Renato Paiva: 123 dias
- Tiago Nunes: 98 dias
- Bruno Lage: 88 dias
- Lúcio Flávio: 42 dias
Essa rotatividade levanta questões sobre a estratégia de longo prazo do clube e o impacto no desenvolvimento da equipe.
Fonte: GE


